
A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio | Martin Luther King
Vida, alma, destino, ou o quê?!! O que penso, o que sinto, o que vejo e o que sou.

Muitos continuam sendo o que são até o final de seus dias, ignorando a existência em si mesmos de tão extraordinária potência transformadora e assimiladora.
A árvore é como é porque não tem consciência de seu poder fertilizante, nem de sua condição de existência animada. Carente de mobilidade, ela nasce, vive e morre no mesmo lugar, e só é sensível às mudanças de estação ou aos fatores que contrariam a normalidade de suas funções naturais. O animal a sobrepuja por sua organização biológica e suas possibilidades de movimento e configuração instintiva; porém, ao não conter em si possibilidades conscientes, cumpre o mesmo destino prefixado para sua espécie.
O ser humano, por sua própria vontade e inteligência, pode, ao contrário, transformar sua vida, superar sua própria espécie e alcançar, pela evolução consciente, os graus mais altos da perfeição, meta ideal em cuja cúspide a alma encontra desvelados para si os mistérios que antes a preocuparam e que, por serem indecifráveis para a inteligência comum, a mantiveram na ignorância, sem conhecer, e muito menos compreender, o Pensamento Criador de toda a existência universal. Mas esse poder permanece latente, isto é, sem possibilidade de manifestação dentro do ser, enquanto não tome contato com uma força superior que o desperte do letargo interno.
Força superior é a que emana de inteligências supersensíveis, assistidas pela Lei da Sabedoria e facultadas para promover, em outras, fases de conveniente desenvolvimento, em ordenadas e pacientes aprendizagens.
O ser, despertado para realidades da índole citada, sente – e deve senti-lo por imperiosa lei de freqüência e de colocação – que se acendem nele novas luzes. São elas, pois, que haverão de iluminar-lhe o caminho, permitindo-lhe descobrir dentro de si mesmo possibilidades de um tipo diferente.
| Quem quiser chegar a ser o que não é deverá principiar por não ser o que é |
Ao conectar-se à força superior a que me referi, serão despertadas, por lógica gravitação de sua influência, as potências adormecidas do entendimento. Isso ocorrerá à medida que o processo transformador se vá realizando, e que a consciência se afirme numa fase plenamente evolutiva, não esquecendo que "Quem quiser chegar a ser o que não é deverá principiar por não ser o que é", como adverte o princípio logosófico.
Deixar de ser é deixar de existir, chame-se a essa existência de ser vivente, estado psicológico, estado de consciência, de coisa, de tempo ou de lugar; é fechar um capítulo da existência para abrir outro, no qual se começa a ser de outro modo.
Fácil será compreender, agora, que dizer "Por que sou o que sou?" vale tanto como dizer: "Ainda não tentei ser outra coisa". Muito prontamente, porém, você deixará de ser o que é, se se propuser mudar as velhas modalidades por outras novas e melhores, e, sobretudo, se começar a viver uma vida de enriquecimento moral, intelectual e psicológico capaz de mudar a anterior, que, ao que parece, já não satisfaz a seu entendimento.
Trechos extraídos do livro Diálogos págs. 160 e 161
O Curió (Oryzoborus angolensis) é um dos pássaros canoros mais valiosos do país, podendo um bom exemplar ser trocado até por um automóvel zero quilômetro. Encontra-se distribuído em quase todo território nacional, de Pernambuco ao Rio Grande do Sul, passando por estados da região Centro-Oeste. Seu canto, para muitos similar ao som de um violino, apresenta características diferentes para cada região do Brasil. Como exemplo de cantos classificados, temos no Maranhão o canto Tiriba ou Timbira, em São Paulo o Praia Grande, dividido em outros três tipos, em Santa Catarina o Florianópolis e o Catarina, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais o Paracambi, na Paraíba o Vovô-viu e em Pernambuco o canto Vivi-te-téu entre outros. Além dos cantos regionais não classificados. Seu nome, na linguagem indígena, significa “amigo do homem”. Mede aproximadamente 13 cm. Possui bico de cor preta, bem robusto, curto e forte. É um pássaro irrequieto que vive a pular de um poleiro para outro.Atualmente o Curió (ou Avinhado), assim como muitos outros pássaros brasileiros encontram-se ameaçados de extinção, em decorrência da caça gananciosa, predatória e a destruição de seus ambientes naturais.Esforços tem sido feitos entre criadores para que esta espécie não desapareça, bem como existe legislação que proíbe a captura e transporte destes animais em estado selvagem, sendo caracterizado como crime inafiançável. Somente exemplares oriundos de criadouros autorizados devem ser adquiridos.
Método para Ensinar Crianças a Jogar Xadrez (sem recorrer às analogias de combate/guerra)
Por Smaily Prado
Nomenclatura:
Cada exército do xadrez se torna uma “família”.
O Rei de cada “família” se torna o “Pai” da família.
A Rainha é a “mãe”. Os Bispos e Cavalos são os “Tios”.
As Torres são os “avós” e os peões se tornam as crianças.
Explique da seguinte maneira:
Os Pais de cada família (o Pai Preto e o Pai Branco) são ótimos contadores de histórias, tanto que a outra família fica curiosa para ouvir as histórias do Pai da família do outro lado do tabuleiro.
As famílias não gostam que outras famílias ouçam as histórias que seus Pais contam, portanto, tentem impedir qualquer um que seja de outra família a chegar perto do Pai.
O Pai, por sua vez, só irá contar suas histórias para pessoas de outra família se eles fizerem uma roda em volta dele de forma que ele não tenha como sair do lugar e resolva contar histórias (xeque) e tomar mate (xeque-mate).
Com relação a “comer” uma peça, ou mesmo “matá-la” isto se tornará uma questão de gentileza. Quando peças de famílias diferentes “encontram-se” ou “enxergam-se” (veja a explicação disto logo abaixo) um membro da família pode pedir que, por gentileza, pedindo licença, para que aquela peça se retire e ela possa ficar em seu lugar.
As peças tem olhos diferentes:
(sobre como as peças são “comidas” e suas movimentações)
As peças só poderão pedir às peças da outra família para se retirarem, se elas conseguirem “enxergar” a outra peça.
Seus movimentos também serão determinados por sua capacidade visual.
Como funciona:
Os “filhos” (Peões) tem 2 olhos diagonais apenas para frente (pois só comem nas diagonais).
Os “Tios” (Bispos) tem 2 olhos diagonais frontais e 2 olhos diagonais traseiros (pois andam nas diagonais para frente e para trás).
Os “Tios” (Cavalos) tem 2 olhos estranhos, saltados como minhocas e que fazem uma curva no formato da letra “L”.
A “Mãe” (Rainha) tem muitos olhos ao redor da cabeça inteira. Todos os seus olhos são BEM GRANDES (para enxergar bem longe). Assim ela consegue andar para qualquer lado e como seus olhos são grandes ela consegue enxergar bem longe, podendo andar para bem longe e para qualquer direção.
O “Pai” (Rei) também tem muitos olhos ao redor da cabeça, mas todos os seus olhos são BEM PEQUENOS. Com isso ele pode andar para qualquer direção, mas apenas 1 quadradinho, porque não enxerga muito bem.
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Se eu esqueci de alguma coisa ou você tiver alguma idéia para complementar esta ou mesmo uma dúvida sobre o método é só comentar!
PS.: Este método ainda não foi testado. Provavelmente eu só o testarei quando a Mariana (minha filha) já estiver com idade suficiente para aprender xadrez (o que deve demorar alguns anos). Então deixo aberto para quem quiser testar a técnica e depois voltar aqui para dizer se funcionou ou não.
Um Abraço!
Comentário: É uma alternativa inédita esta metodologia, aplicável a crianças menores de 5 anos.
Ví na Net, gostei e reproduzo!!! -Vamos testar e ver se funciona!